O Brasil Ausente nas Mídias
Sociais
(“Brazil Absent on Social Media”) - This text is written in a way to ease
comprehensive electronic translation)
Klaus H. G. Rehfeldt
Porque?
Porque é o Brasil que não interessa aos propósitos divulgados nesses canais. – O
Brasil, como todos os países e sociedades, compõe-se de várias realidades e
fatores. É o Brasil geográfico, histórico, étnico, social, econômico e
político. Cada um deles exerce seu peso e sua importância num conglomerado da
nação. E existe o Brasil das ilusões e dos sonhos.
Geograficamente, somos uma país rico,
extremamente diversificado em fauna e flora, e dispondo de amplitude de
recursos naturais que atente a qualquer demanda econômica da atualidade. Basta
administrar sua exploração com a consciência do papel do Brasil na geopolítica
e geoeconômica mundial.
Nossa história está repleta de coragem,
pioneirismo e de buscas de autonomia econômica e política, enquanto, na sua essência,
já provou tolerância de ser capaz de superar discriminações raciais e de
origem. Basta observar a naturalidade com que ocorrem as uniões multirraciais.
Não há como negar que existem problemas
sociais a resolver. Obviamente respeitando os limites da nossa política
socia-econômica, sem esquecer que mesmo países do considerado primeiro mundo
encontram problemas com sua população de relativa pobreza e seus moradores de
ruas (ou que moram em automóvel).
Vejamos o Brasil dos fatos
socioeconômicos, comparando alguns dados e índices de 2015 com os de 2025:
1)
O PIB cresceu de R$6,5 para R$11,8trilhões – 119%;
2)
O PIB per capita aumentou de R$ 8.9 para R$ 10.3 – 10,7%
3)
O desemprego caiu de 6,7% para 5,2% - 22,4%;
4)
Veículos automotivos registrados aumentaram de 64,8 para
124,0 milhões – 91%;
5)
As exportações pularam de R$201,9 para R$310,4 bilhões
(2024) – 54%;
6)
Os embarques aéreos subiram de 74. para 130. mil
passageiros – 75,7%;
7)
O Índice BOVESPA cresceu de R$46.000 para R$176,00 – 383%.
(Fontes:
IBGE e da ONU)
Especificamente com
relação ao Índice BOVESPA cabe esclarecer que boa parte desse aumento decorre
de investimentos externos (quase R$ 9 bilhões num único dia de janeiro/26) o
que mostra a confiabilidade do Brasil no exterior.
Poderia se pensar que os crescimentos
acima são naturais e resultado do aumento populacional, como, de fato, nossa
história demográfica sugere. Entretanto, o crescimento populacional anual do
Brasil, que já chegou a 4% na década de 1950, apresenta hoje um índice de
apenas 0,2%, ou seja, incomparavelmente abaixo das taxas acima – por sua vez
evidenciando uma clara e expressiva melhora na vida dos brasileiros ao longo desse
período.
A explicação é simples. A nossa economia
experimentou um significativo aumento de produtividade e maturidade econômica,
obviamente decorrente de avanços tecnológicos, modernizações e consequentes ganhos
de eficiência experimentados no mundo inteiro, e, em boa parte, acompanhadas
pelo país.
E o componente político da nação? Ele é
presente, é indispensável na administração de qualquer sociedade, sem dúvida –
e independente da coloração partidária – tem seu peso na constelação do
panorama da nação, mas é apenas um fator... e não necessariamente o mais
decisivo no destino de uma nação, aquele que empurra uma sociedade para frente.
É o homem, quem faz. Quem constrói uma
sociedade, uma nação, e estabelece suas normas de convivência pública e privada.
A política é uma consequência disso, na qual opiniões podem e devem divergir na
busca do bem de uma nação unida por um consenso, por um espectro de objetivos,
onde ideias e ideologias se encontram democraticamente – no exclusivo interesse
da nação.